E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração. (1 Pedro 4:7)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Veja os 7 acontecimentos mais prováveis em um apocalipse

Não falta gente para prever o fim do mundo. A profecia do Calendário Maia foi bem fácil de ignorar. Mas quer saber? O mundo pode acabar a qualquer momento.
 

Veja esta lista das 7 maneiras mais prováveis para um fim do mundo. 

Impacto de asteróide


O que acabou com os dinossauros pode acabar com a gente também. Objetos caem na Terra todos os dias e ninguém está lá para ver. Um asteróide precisa ter pelo menos 1,5 km para conseguir destruir a nossa civilização, segundo especialistas, e este tipo de impacto acontece a cada 10 milhões de anos ou menos.
Acredita-se que o asteróide que causou a extinção dos dinossauros tinha 10 km de diâmetro. A NASA buscou um asteróide com este tamanho nos arredores da terra e não encontrou nada. Com isto, físicos resolveram que é impossível ocorrer um impacto que destrua a terra.  

Guerra nuclear 


Aparentemente, as pessoas se esqueceram das ameaças nucleares desde quando a Guerra Fria acabou - mas o risco continua aí. Em 2008 a Physics Today publicou um artigo explicando as consequências de uma guerra nuclear. 100 bombas nucleares poderiam causar um 'inverno nuclear' com as mais baixas temperaturas nos últimos mil anos. Isto muito provavelmente iria destruir boa parte da população humana.

9 países têm armas nucleares à disposição, mas apenas 5 assinaram o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. Com a Coréia do Norte lançando mísseis no ar que nem confete, a ameaça nuclear está tão presente quanto na época da guerra fria. 

Erupção Vulcânica


Se você acredita que a erupção do Eyjafjallajökull em 2010 na Islândia causou problemas, tente de novo. 2 milhões de anos atrás, uma erupção vulcânica massiva - que aconteceu onde hoje temos o Parque Nacional de Yellowstone - produziu 950 quilômetros cúbicos de pó e cinzas. Isto é 10 mil vezes pior que o Eyjafjallajökull. Para destruir o planeta, bastaria algumas destas erupções espalhadas pelo mundo. E a próxima super erupção estilo Yellowstone está mais próxima do que você imagina.  

Guerra Biológica


Pode parecer que isto veio de um filme de Hollywood, mas a guerra nuclear é uma ameaça muito perigosa e real. O Anthrax pode ter sido noticiado além da conta ano passado, mas ele ainda é um método efetivo de matar populações inteiras. Isto pode se tornar uma arma biológica quando em aerossol, com partículas que tem de 1,5 a 5 microns, poderia causar fatalidades em 90% da população de um local. Além de Anthrax, temos outras substâncias como a gripe aviária, capaz de matar metade dos humanos do mundo em alguns dias. A quantidade de instituições envolvidas com esta possibilidade sugere que definitivamente isto é algo com que devemos nos preocupar.  

Tempestade solar


Este tipo de tempestade acontece o tempo todo: o sol libera ondas de partículas carregadas que passeiam pela atmosfera a 6 milhões de km/h. Grandes tempestades são espetáculos muito bonitos. Mais bonitos que as auroras boreais vistas em regiões polares. Ainda assim, a última grande tempestade solar na Terra foi em 1859, quando linhas de telégrafo pegaram fogo depois de uma tempestade solar particularmente intensa. Um impacto desses hoje em dia poderia liberar o caos sobre a Terra.  

Um Buraco Negro criado pelo homem



Desde quando a primeira bomba atômica em 1945, cientistas imaginaram como a força crua de uma dessas reações poderia causar problemas catastróficos. A preocupação não diminuiu. Quando o Laboratório Nacional de Brookhaven se preparou para começar o teste com colisões de partículas, especulações de que isto poderia gerar buracos negros circularam. Quando o LHC foi ligado pela primeira vez, o mesmo tipo de rumor circulou. Muitos físicos dizem que isto não vai acontecer, mas ninguém disse que um buraco negro gerado por colisores de partícula é impossível. 

A simulação de computador em que nós vivemos é reiniciada



Provavelmente a maneira mais criativa de se acabar o mundo é imaginar que vivemos uma simulação de computador gigantesca. Pode parecer ridículo, mas cientistas ainda não descobriram se estamos vivendo uma vida feita de códigos. Recentemente discutimos como poderíamos reconhecer que vivemos em um código, buscando por glitches, para descobrir se vivemos ou não em uma peça de sílica em um servidor no espaço, mas ninguém testou a teoria. Vamos torcer para que ninguém aperte ESC.  
Por Gizmodo

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