E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração. (1 Pedro 4:7)

domingo, 5 de junho de 2011

A Batalha Não-Batalha do ARMAGEDOM

A Batalha Não-Batalha do Armagedom
Meros sete anos após sua escalada meteórica ao poder, o Anticristo terá arruinado o planeta. Aqueles que forem portadores de sua marca de fidelidade serão cobertos de úlceras malignas e perniciosas” (Ap 16.2).
 O suprimento de água do globo se transformará em sangue (vv.3-4). A atividade solar intensificada fritará a superfície da terra (vv.8-9). Trevas inexplicáveis cobrirão o planeta (v.10). E uma série de terremotos, juntamente com granizos pesando cerca de 40 quilos, desabará sobre a paisagem da terra, deixando um panorama de grande desolação (vv.20-21).

Embora seja concedido status divino ao Anticristo (a Besta), ele não terá controle sobre os acontecimentos cataclísmicos que triturarão seu reino; e ele será derrotado fácil e instantaneamente pelo Senhor Jesus Cristo naquela que é chamada de a “Batalha” do Armagedom.

Sob o pretexto de resolver “o problema judaico” de uma vez por todas, os exércitos do Anticristo convergirão para a nação de Israel (Zc 14.2-3). Essa força, entretanto, irá muito além da força necessária para eliminar os judeus fiéis que estiverem entrincheirados em Jerusalém. Será, de fato, uma “força de guerra mundial aliada com a besta para a grande batalha”. [1] Em um cumprimento literal do Salmo 2, o Anticristo e os exércitos do mundo se reunirão audaciosamente “contra o Senhor e contra o Seu ungido” (Sl 2.2). Crendo que poderão obter a vitória mais fenomenal que o planeta já viu, eles se reunirão com a intenção de impedir o retorno do Messias para governar o mundo.

Todavia, para Deus, todos os poderes militares sobre a Terra são inofensivos. Quando desafiado pela humanidade em rebelião, Ele se ri e zomba deles (Sl 2.4).

Enquanto os exércitos estiverem aterrorizando Jerusalém e reunidos no solo da Vale de Jezreel, os céus se abrirão para revelar o Messias montado em um cavalo branco, seguido pelos “exércitos que há no céu (…), com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro” (Ap 19.14). John F. Walvoord, o estudioso bíblico, escreveu:
O retorno de Cristo será um cortejo espetacular e majestoso (…) que demorará muitas horas. Durante esse período, o movimento do cortejo e o contínuo movimento de rotação da Terra permitirão que o mundo todo testemunhe o acontecimento. [2]

À medida que o cortejo se aproximar do planeta, aparecerá um anjo, cuja silhueta será vista contra o sol, convidando todas as aves para “a grande ceia de Deus” (Ap 19.17). O apóstolo João descreveu o retorno de Cristo: “Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações” (Ap 19.15). Essa espada simboliza a Palavra de Deus, que “não é um som sem vida, mas um agente ativo”.[3] A Palavra de Jesus Cristo fez com que todas as coisas viessem a existir e fará com que as tropas militares arregimentadas contra Ele sejam aniquiladas (Cl 1.17; Ap 19.21).

Como a precisão de um raio laser, a Palavra do Messias que está voltando destruirá instantaneamente as nações gentias unidas contra Ele. Em um momento, o exército multinacional do Anticristo estará de pé, equilibrado e arrogante, por detrás de seu sofisticado armamento; e um instante mais tarde, milhões e milhões de corpos sem vida estarão amontoados como lixo no campo de batalha do Armagedom. A vitória inacreditável que o Anticristo planejou se transformará em um banquete grotesco para as aves.

Em vez de ser aclamado como o libertador do planeta, ele e seu Falso Profeta serão sumariamente arrancados dali e atirados “vivos dentro do lago de fogo que arde em enxofre” (Ap 19.20). E assim terminará a última expressão de rebelião da humanidade contra Deus antes do estabelecimento do Reino Messiânico de 1000 anos. (Israel My Glory)

Charles E. McCracken é diretor de the Friends of Israel para o Canadá, em Brampton, Ontário.
Notas:
  1. Robert L. Thomas, Rev 8-22: An Exegetical Commentary [Ap 8-22: um Comentário Exegético] (Chicago: Moody Publishers, 1995), 265.
  2. John F. Walvoord e Mark Hitchcock, Armageddon, Oil and Terror [Armagedom, Petróleo e Terror] (Carol Stream, IL: Tyndale, 2007), 182.
  3. Thomas, 387.

Fonte: Revista Chamada da Meia-Noite - Maio de 2011

4 comentários:

  1. paz muito bom o seu blog.convido a visitar o meu blog e ser um seguidor .http://manacialjovem.blogspot.com/

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  2. Obrigado MANANCIAL pela sua visita e convite, estarei visitando seu blog e seguindo, paz sobre ti.

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  3. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Agora sim isto é q é a palavra Rhema. Muito obrigado.

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  4. Obrigado pela palavra, algo q desconhecia agora conheço

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